Marcio Morais

Inteligência · Humanidade · Futuro

Experimento em andamento

A estrutura de um ERP como base de conhecimento

Transformei a estrutura técnica de um ERP em uma base que um agente de IA consulta para responder perguntas sobre o próprio ambiente.

Territórios: Inteligência

Percurso deste registro
  1. PerguntaRegistrada
  2. HipóteseRegistrada
  3. ExperimentoRegistrada
  4. ObservaçãoEm andamento
  5. RevisãoEm aberto

Registro em andamento. Cada etapa entra aqui quando puder ser documentada.

Pergunta
O conhecimento técnico espalhado em um ERP pode se tornar uma base que um agente de IA consulta para responder perguntas sobre o próprio ambiente?
Contexto
Um ERP corporativo sobre banco de dados relacional, com anos de regras de negócio, customizações e integrações acumuladas. A maior dificuldade desse ambiente não é a falta de dados: é o excesso de conhecimento espalhado. Relacionamentos entre tabelas, views, triggers, procedures, functions, packages e centenas de consultas SQL que muitas vezes existem apenas na cabeça de alguns especialistas.
Hipótese
Com acesso à estrutura real do ambiente, e não apenas a conhecimento genérico sobre o ERP, o agente passaria a responder a partir dos relacionamentos e das dependências que de fato existem.
Método
Extraí do banco de dados o que um DBA, implantador, analista ou desenvolvedor precisa conhecer: tabelas, campos, relacionamentos, entidades, views, triggers, procedures, functions, packages e as dependências entre esses objetos. Com esse material construí uma base de conhecimento que o agente consulta para responder.
Observações
O agente responde perguntas técnicas consultando a base do próprio ambiente: por que uma nota não gerou financeiro, quais tabelas participam de um processo, se alguma trigger altera determinado campo, quais objetos utilizam uma tabela. Também monta consultas SQL para investigar um problema ou construir um relatório. Nas respostas, identifica relacionamentos e dependências entre os objetos.
Próxima questão
O que muda quando o agente passa a conhecer também os processos internos da empresa e consegue ligar o funcionamento técnico do ERP à forma como a operação realmente acontece?

Ainda por registrarlimitações.

Um exemplo do ponto em que o experimento está: "Essa nota não gerou financeiro."

Hoje o agente mostra a estrutura técnica envolvida. Na próxima etapa, espero que ele explique também qual etapa operacional falhou, quem normalmente participa do processo e que impactos isso pode gerar.

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